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quinta-feira, julho 04, 2013

A PRAGA DOS FURADORES DE FILAS


Em geral furadores de fila são seres repugnantes, mal educados e caras de pau, mas há exceções. Depois de pensar sobre um pequeno incidente que ocorreu ontem, comecei a me lembrar dos tipos com os quais já me deparei e até um do qual já fui protagonista. Me diverti relembrando algumas situações, mas continuo odiando fura filas. Vamos ver se vocês reconhecem estes tipos:

O involuntário
Este tipo de furador de filas é aquele ser desligado que realmente não percebe o delito que está cometendo. Ele pode ser facilmente identificado pois pede desculpas, fica meio sem graça, às vezes vermelho e vai para o fim da fila sem contestar. Já fiz isso algumas vezes até que aprendi a perguntar para quem considero o último da fila, se ele é mesmo o último da fila. Tem funcionado, pelo menos enquanto eu não entrar atrás de um furador de filas rs.

O desligado oportunista
É aquele que vê uma brecha na fila, finge ser desligado e ocupa o espaço. Ao ser indagado dá uma risadinha malandra, sai sem nada dizer e vai tentar furar a fila em outro trecho atrás de você. Geralmente é jovem, age sozinho e tem auto-estima elevada. Esse tipo não chega a nos irritar.

O prepotente
Geralmente chega conversando com o(a) companheiro(a), finge que você não existe e vai parando na sua frente, tudo isso com muita rapidez, sem te olhar nos olhos e sem interromper a falsa conversa com o(a) amigo(a). Quase fui vítima de um tipo desses na fila da bilheteria do metrô da rodoviária de São Paulo, mas percebendo sua má intenção dei um passo rápido à frente e ele furou a fila logo atrás de mim (será que furei a fila do furador?).  Esse é o pior tipo: frio, cruel e calculista, se acha a azeitona da empada. Costuma agir em duplas, é adulto e arrogante. Invariavelmente provoca ira tanto em quem ele tentou aplicar o golpe quanto em quem efetivamente foi vítima.

O consentido
Ele geralmente aparece em supermercados, é aquele que tem só 2 ou 3 coisinhas e está atrás de você (que tem o carrinho cheio), faz cara de dó e compadecida do pobre coitado você o deixa passar. Aí ele emperra no caixa porque além das compras tinha algumas contas para pagar, ou porque a mercadoria não tinha código/preço ou ainda porque o cartão não funciona. Esse tipo pode ser jovem, adulto ou idoso e é considerado uma verdadeira loteria: às vezes a gente acerta, mas é praticamente impossível.

Os contraventores caras de pau
Tem aqueles que são mesmo muito caras de pau e se aproveitando da sensação de poder de quem está em grupo, invadem a fila  densa e desorganizada (não aquela indiana de 1 atrás do outro) causando certa confusão e fazendo cara de "ué?", como se não estivessem entendo o caos momentâneo. Estes são difíceis de serem combatidos porque na fila densa e desorganizada você geralmente não prestou atenção em quem estava a sua frente. Esse tipo só age em grupo e nele se enquadram jovens, adultos e idosos. 

Ontem na fila da Mega um grupo de senhorinhas idosas e inquietas furou a fila bem a nossa frente (tinha algumas jovens no "grupo" também). Eu detesto fura filas mas não cheguei a me estressar com elas. Ao serem interpeladas por uma amiga que indicou a fila específica para maiores de 60, elas começaram a rir e a fazer piadinhas entre si. Pelo que pude ouvir, não se consideravam público alvo da fila de idosos. Pareciam adolescentes fazendo  peraltices. Depois de algum tempo, como a fila não andava, decidiram pegar a fila de idosos. Não sei se a pegaram no final, mas pelo espírito inquieto acredito que furaram aquela também. rsrs

E vocês, tem alguma história de furadores de fila para contar?

bjs a todos.

segunda-feira, abril 08, 2013

TEMPLO KADAMPA PELA PAZ MUNDIAL


Final de semana na chácara, temperaturas amenas e paz, muita paz. 2 dias desconectada me fizeram muito bem, acho que andava enxergando as coisas em alta velocidade e foi muito bom desacelerar.

Há tempos, acho que há uns 2 anos, descobrimos que bem próximo da chácara existe um maravilhoso templo budista. Descobrimos por acaso, explorando a região, mas na hora em que passamos por lá estava fechado para visitação e só pudemos apreciar de longe.

No sábado resolvemos ir até a padaria e ao voltarmos pela estradinha da serra, resolvemos passar por lá. Dessa vez os portões estavam abertos e foi impossível irmos embora sem apreciar um pouco daquela paz e  beleza incríveis. 

A filosofia budista é muito bonita e a meditação nesse templo é pela paz mundial. As palestras são abertas a budistas e não budistas. Coincidência ou não, além desse templo perto da chácara existe um centro budista muito próximo da minha casa, acho que vou experimentar a prática da meditação, agora que estou cuidando um pouco do corpo, vai ser bom pensar também no espírito e na mente.










Alojamento usado durante os retiros.

Não é difícil meditar nesse banco, com a vista maravilhosa da serra...
 ...contemplando o verde e o silêncio.




Detalhe da pintura da cadeira.




Me lembrou a catedral de Brasília.






Magnífico. A franja em fios de seda é belíssima




Depois de tanta beleza, que tal mais um pouco de beleza?








Quer saber mais? http://budismojundiai.org/
bjs a todos e uma excelente semana.

sábado, fevereiro 23, 2013

PARA EVITAR O DESPERDÍCIO DE ALIMENTOS

Um vídeo super bacana e que foi muito bem feito. Vale a pena assistir e lógico: evitar o desperdício. Adorei!
Vídeo publicado em 15/10/2012 véspera do dia Mundial da Alimentação.

o texto abaixo foi transcrito do Youtube:


Em uma ação realizada no início do mês em Porto Alegre, trocamos os pratos tradicionais do buffet de um restaurante de grande fluxo por outros 20% menores -- nos quais literalmente faltava um pedaço. A ideia era chamar a atenção para os 20% de alimentos que são desperdiçados diariamente no Brasil -- campeão mundial no índice.




Compartilhe, ajude a divulgar.

sexta-feira, fevereiro 22, 2013

UM BREVE DESABAFO

Ainda incrédula e perplexa com a recepção que a cubana Yoani Sànchez teve em nosso país. Por mais que eu me esforce, não consegui até agora entender o que move esses poucos jovens que contra ela protestaram. Só podem ser pessoas desinformadas com relação à ditadura cubana. 
Será que eles imaginam que se morassem em Cuba, não teriam a mínima chance de protestar, de usar seus celulares de última geração, de ter livre acesso à internet, de ter direito de ir e vir e liberdade de expressão? Isso para não falar da privação de produtos básicos que aquele povo passa.

Certamente servem de massa de manobra, os pobres desinformados. Talvez esteja se formando em nosso país, uma geração de rebeldes sem causa, ou melhor, rebeldes defendendo causas das quais não conhecem absolutamente nada. Pessoas inconsequentes. É o preço que se paga em um país que não tem dado a devida importância às escolas, um país que não cultiva sua memória, mas cultiva a impunidade e a cara de pau dos políticos que fazem o que bem entendem e continuam no poder há décadas sob nosso pacífico consentimento. 

Fiquemos espertos porque provavelmente seja assim que ressurgem as ditaduras, porque juro, não imaginava nem de longe que esse protesto totalmente sem sentido pudesse acontecer...e aconteceu. O problema maior é que mesmo em número reduzido, os protestantes conseguiram seu objetivo e até fizeram parecer que a maioria dos brasileiros era contra a cubana.

O grande problema é que não cultivamos a memória do país, parece que não ensinamos direito às novas gerações sobre a diferença entre democracia e ditadura. Somos um povo que não valoriza suas conquistas, já não se comemora devidamente o 7 de setembro, o 15 de novembro, só se sabe que é feriado. Não se comemora a transição do regime militar para o democrático. Um povo que não valoriza suas conquistas e não passa isso para as futuras gerações está correndo um sério risco de reviver o passado obscuro e está ignorando o sacrifício de todos que lutaram (inclusive perdendo a própria vida) para que hoje possamos expressar livremente nossas opiniões e ideais.

Algumas vertentes da esquerda tem doutrinado suas crianças com a cartilha que bem entendem, inclusive patrocinados por quem defenderam durante os protestos. Isso pode representar um enorme problema num futuro bem mais próximo do que podemos imaginar. É bom atentarmos aos sinais. Que esse incidente sirva para reflexão de todos nós. Principalmente orientando nossos jovens, com fatos históricos reais, sobre nosso nebuloso passado recente.

segunda-feira, janeiro 14, 2013

SUPERFICIALIDADES DA VIDA MODERNA

Final de semana sem TV, com chuva, friozinho e assistindo Casablanca, no computador, porque quando digo que fiquei sem TV, foi sem o aparelho mesmo e não apenas sem sinal. Na verdade foram 4 dias que serviram também para pensar sobre quanto tempo eu tenho aproveitado mal nos últimos anos. Eu sou louca por coleções e tenho uma da Folha de S.Paulo com clássicos do cinema. A coleção é de 2009 e acreditem, dos 15 DVDs  que eu tenho (são 20 no total mas não sei se esqueci de comprar o último lote ou se ele está perdido em um dos triângulos das bermudas aqui de casa), uns 10 ainda estavam lacrados e os que estavam abertos eu ainda não tinha assistido. Um verdadeiro absurdo, prática comum a considerar os inúmeros livros de artesanato/costura que enfeitam a minha estante. Os livros, que embora não estejam lacrados, estão sem o uso que eu imaginava fazer deles e depois de apenas folheados foram morar lá e raramente saem para um pequeno passeio. Desperdício, eu sei e não gosto disso, embora não tenha feito muito para mudar o panorama.

Não sei se é só culpa da internet, mas vejo muita gente reclamar que ultimamente não se consegue mais assistir um filme inteiro, falta paciência. Já não se conta estórias para as crianças, a tv tem desenhos ótimos e assim sobra tempo (pra que mesmo?). Dos jornais só se leem as manchetes, das revistas só se olham as fotos, lê-se muitas receitas mas na hora de comer é mais fácil um nada nutritivo semipronto. Talvez seja exagero, mas às vezes tenho a impressão de que, ao contrário do que imaginamos, estamos perigosamente nos "emburrecendo" com tantas e superficiais informações.

Mas, devaneios à parte, o filme Casablanca é excelente e dura mais que 1 hora, tempo absurdamente grande para quem ultimamente se contenta (e gosta) com bobagens ultra rápidas da internet. O filme me fez relembrar as aulas de história pois se passa na década de 40, em meio à Segunda Guerra Mundial. Muito interessante ver os figurinos da época, a beleza sem chapinhas de Ingrid Bergman, a elegância de Humphrey Bogart e principalmente o charme que um filme em preto e branco continua tendo.

A partir de agora pretendo voltar a assistir filmes, ler mais livros e produzir mais coisas demoradas. Legal saber quem foi para o paredão ontem,  mas é bom contrabalancear com coisas mais consistentes e que exijam mais, não só da massa cinzenta, do corpo também. rsrs

bjs a todos e aí vai um pouco do final de semana de muita chuva e comida nada light, mas deliciosa, que o friozinho recomendou.

Colhemos bastante quiabo, adoramos! Aqui cozidos no vapor e temperados com limão, cheiro verde, azeite, sal e pimenta (do reino). Gosto de servir gelado Detalhe da flor do quiabo.
Carne seca de panela com molho de tomate cereja, abóbora refogada e arroz.
Bateu um saudosismo daquelas festas de casamento do meu tempo de criança, quando serviam batatinhas condimentadas e pão com bife na chapa.
 Desejo realizado, ou quase, faltou a batatinha mas acrescentamos cebolas.
 Pão fresco e vinagrete sem vinagre(cebola, tomate, cheiro verde, azeite, limão, sal e pimenta-do-reino)
 Mais bife e cebola.
 Comeria mais um desses hoje.
Para aproveitar o arroz que sobrou, refoguei bacon, cebola, acrescentei o arroz, cheiro verde, azeitona e farinha de mandioca. Super "light" rsrs
 Numa rara trégua da chuva, um céu incrível ao anoitecer.

FEITO NO BRASIL